Eventos

Wine in Azores Design Awards 2017

13:46:00

Acontece em São Miguel, Açores, nos dias 20, 21 e 22 de Outubro.

Pela primeira vez, um evento vínico, avalia criatividade e conceito da imagem dos Vinhos!
 Pela primeira vez, um evento vínico vai integrar um concurso de design de rótulos de vinhos: o Wine in Azores Design Awards 2017 vai premiar os vinhos (tranquilos, efervescentes e fortificados) que mais surpreendam pela imagem.


O evento irá realizar-se no Pavilhão de Exposições da Associação Agrícola de São Miguel, na Ribeira Grande, bem ao lado do melhor bife dos Açores, O Restaurante - Associação Agrícola. 
Entre rótulos e design, não faltaram chefes reconhecidos e provas de vinhos, com alguns dos maiores produtores nacionais.

Porque a garrafa e o rótulo são a primeira impressão do consumidor!



Apreciações de um Nabo

Onde comer nos Açores? - Aliança [São Miguel]

04:39:00

A cidade de Ponta Delgada, é onde normalmente os turistas começam a sua viagem por São Miguel.
Uma cidade calma, à beira-mar, com tráfego calmo, gente simpática e clima tropical. 
Aqui é onde irão encontrar a maioria do comercio regional, desde os queijos, à fruta, passando pela diversidade de peixe e terminando na bela carne Micaelense. 
Por causa dessa carne, tão apreciada e tão bem tratada (365 dias de pasto /ano), Ponta Delgada, elege todos os anos um restaurante com o melhor bife.


Fonte: Tripadvisor.be
Eleito várias vezes como o melhor bife de Ponta Delgada está o Aliança. Histórias dizem que a receita foi trazida do Alcides, mas melhorada, ganhando o nome de Bife à Aliança.

Com um ambiente de tasca pacata, com mesas de dois quatro e seis lugares. Bar de balcão na sala ao lado, onde pudémos provar a famosa Kima e a Laranjada enquanto esperávamos por mesa. A simpatia reinava aqui!
Assim que um mesa vaza, aproveitamos a deixa. 

_Já escolheram?
_Um bife a Aliança (13€), médio mal  e gostaríamos de um aconselhamento no peixe.
_Grelhado, frito, cozido?
_Grelhado!
_Tem o Lirio, tem o Atum, tem o Neru. Tudo aqui é bom, agora escolha você!

(eu que estava a ir na cantiga do empregado, acordei rapidamente pela brusca impressão de quem lhe estaríamos a fazer um favor. Olhei para a carta com calma e apercebi-me que os peixes aconselhados eram nem mais nem menos que os mais caros da lista)

_Acho que hoje ficaremos pelo Boca-Negra (12€).
_Batata doce? Batata branca?
_Batata Branca.

As ementas são arrastadas da mesa e uma voz de desprezo, com uma pitada de duvida, verte-se sobre nós:

_Algum queijo para entrada?
_Estamos bem assim, apenas a couvert.

Passados 20 min são servidos os bife e o peixe grelhado.



A carne dos Açores é esplêndida e fazer alguma critica ao corte, sabor ou suculência da mesma seria uma afronta. Este bife (200g) era um exemplo fantástico, no ponto certo e flamejado por cima, dando aquele aspeto de queimado que todos os amantes de bifes gostam. As batatas, cortadas em palitos finos, à mão, bem fritas e envolvidas no molho, foram o acompanhamento ideal. 
No que toca a sabor, senti a falta de tempero do bife (quando digo tempero de bife digo apenas sal e pimenta). Outro fator de reprovação terá sido o sabor ácido a vinho de pouca qualidade utilizado para flamejar. 



Por outro lado, o Boca-Negra! Intitulado um dos peixes favoritos dos açorianos e um dos mais belos, não deixou a mínima critica. 
Marcações da grelha: vistosas; 
Ponto de grelhar: fantástico, não deixando passar demais; 
Tempero: leve mas correto. 

No que toca às batatas, que após cozidas levaram um aquecimento na grelha, notou-se que já estavam à nossa espera a algum tempo.

É um restaurante com fama e provavelmente com um dos melhores bifes de Ponta Delgada. Mas o atendimento na sala tem que melhorar um pouco.




Eventos

Grandes Escolhas "Vinhos & Sabores"

04:03:00

Nos dias 27,28, 29 e 30 de Outubro, a FIL recebe o maior evento vínico do País.
Luís Lopes e João Geirinhas, ex-diretores da Revista de Vinhos, serão os principais responsáveis por este fantástico evento.

Com incidência na interação entre o público e os especialistas, o evento contará com inúmeros produtores, proporcionando pequenas provas, masterclass e conversas vínicas ao longo dos 4 dias.
  
O mercado Suiço, estará em foco, com a presença de profissionais, sommeliers e compradores, a fim de interagir com os produtores e conhecer melhor os vinhos nacionais, cada vez mais falados em todo o Mundo.




O evento será marcado por momentos vínicos, como: 


  • Uma eleição para os melhores vinhos da feira, por um júri composto por jornalistas, sommeliers, responsáveis de compras e restauradores;
  • Provas comentadas orientadas por críticos de prestígio e produtores de referência (sujeitas a inscrição - ideais para verdadeiros apreciadores):
    • Álvaro de Castro, nome maior na região do Dão; 
    • Mário Sérgio Nuno, da Quinta das Bágeiras, expoente dos Bairradaclássicos; 
    • João Portugal Ramos, reconhecido enólogo e produtor de vinhos em várias regiões do país;
    • António Agrellos, criador dos grandes Porto e Douro da Quinta do Noval; 
    • Anselmo Mendes, enólogo e produtor, o “mestre do Alvarinho” de Monção e Melgaço; 
    • David Guimaraens, director de enologia da Taylor’s e outras marcas do grupo The Fladgate Partnership; 
    • Domingos Soares Franco, administrador e enólogo de José Maria da Fonseca, onde nascem grandiosos Moscatel de Setúbal;


  • Debates informais de 15 minutos aberto ao público em geral, em que são escolhidos dois vinhos para prova, para mais tarde serem debatidos entre o júri e os participantes, promovendo assim o envolvimento de todos os participantes do evento. 
  • Um dos momentos altos será, sem dúvida, a prova intitulada “As Escolhas Dirceu Vianna e Luís Lopes”, onde especialistas apresentarão um conjunto de vinhos de sonho.


Este é um evento, direcionado a conhecedores e iniciantes. Apresentando uma multiplicidade de ações abrangendo diferentes públicos.

Para um acesso à agenda detalhada do evento, acedam à página (site)

Os bilhetes estarão disponíveis no local e brevemente nos principais pontos de venda do país.


Apreciações de um Nabo

Rústico by chef Manuel Lino

14:29:00

"Para esta receita, o chef português desenvolveu um pão de cereais, que combinou com uma seleção dos melhores ingredientes: um hambúrguer de 100% carne de vaca; espinafres; queijo Emmental; cogumelos; cebola grelhada e molho de maionese e mostarda dijon."



Acredito que não tenha sido fácil, para um chef de cozinha gourmet, criar algo como um hambúrguer para a Mcdonalds.
Mas o chef Manuel Lino aceitou o desafio e tentou criar um hambúrguer diferente, dando relevância e importância aos ingredientes principais, como o tipo de pão, queijo, assim como o tipo de confeção da cebola e dos cogumelos, juntando tudo num molho de maionese com um toque diferente do conhecido pela maioria dos portugueses _mostarda Dijon_, mas que nos dias de hoje já é prática comum nos restaurantes deste país.

Antes de fazer a apreciação, vamos conhecer um pouco melhor este chef:

Manuel Lino: 
Formado na escola profissional de Salvaterra de Magos, de entre os vários estágios em restaurantes, sobressai o nome dos irmãos mais conhecidos no Mundo da gastronomia, El Celler de Can Roca ( eleito várias vezes como o melhor restaurante do mundo pela revista The Worlds 50 best restaurants, e desde 2009 que não sai do top 5, dos melhores restaurantes do Mundo). A sua primeira grande responsabilidade, terá sido no Tabik Restaurante como chef executivo. Nos dias de hoje para além de formação nas escolas de turismo de Portugal, é Head Chef no conceituado Restaurante del Visco, em Espanha.



Apreciação:
Descrito, este parece um hambúrguer com boas combinações, diferente do normal e com um carácter Healthy. Realmente o pão de sementes escolhido, os espinafres e os cogumelos frescos laminados trazem à lembrança, palavras como, fresco, saudável, rústico... 
O molho escolhido (maionese e mostarda dijon) combina na perfeição com o hambúrguer, o queijo emental (conhecido por muitos como a mozzarella francesa) com o seu sabor básico e pouco intenso, não tapa de todo o brilho dos outros ingredientes, criando apenas a sensação de queijo derretido que tanto veneramos num hambúrguer. Tudo isto com o sabor agradável da carne de vaca, tinha tudo para ser um hambúrguer fantástico e rústico. 
Tudo combinaria e daria resultado caso os ingredientes não fossem só textura: fossem também sabor. É um Hambúrguer do McDonalds, aqui o sabor vem dos molhos e os ingredientes apenas servem para trincar e abrir os olhos. Nenhum dos ingredientes sabia realmente ao seu sabor original, nem a carne, nem os espinafres, nem os cogumelos, nem mesmo o pão. O único e grande sabor no meio desta sandes está no molho.
Chef. Manuel Lino, produziu uma combinação agradável, para todos os gostos, combinando dois antónimos, (Mcdonalds e produtos de qualidade).


Como desafio, acho que deviam pegar na receita e tentar fazer em casa, para que tenham uma boa experiência e perceberem realmente a qualidade deste chef.

Eventos

Prova Periquita com António Zambujo

11:00:00

Dia 12 de Outubro a casa Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão, dará as boas vindas a António Zambujo para um concerto exclusivo nas caves da José Maria da Fonseca.
Terá início com uma visita guiada à Casa Museu e uma prova de vinhos, incluindo a edição especial Periquita António Zambujo, seguindo-se um jantar na companhia do artista e posterior concerto.



A radio comercial promove o evento, possibilitando aos ouvintes, a partir de dia 22 de Setembro, garantirem a presença no evento.

Periquita é um vinho com a alma de um povo único que se soube reinventar e modernizar, sem esquecer como e onde nasceu, tal como a música de António Zambujo. Em 2016 uniram-se na criação de um novo vinho – Periquita Edição Especial António Zambujo. O músico e o enólogo Domingos Soares Franco inspiraram-se na Portugalidade e suas raízes para criarem este tinto da colheita de 2014, resultado de um blend de Castelão, Touriga Nacional e Touriga Francesa, de paladar frutado e aromas de baunilha, violetas, frutos azuis, menta e carvalho.

Esta edição especial - Periquita Edição Especial António Zambujo 2014 - inclui ainda a oferta do download do álbum “Rua da Emenda”.




Apreciações de um Nabo

Brasão Cervejaria [Porto]

09:13:00

A mais aclamada casa de francesinhas dos últimos tempos.
Basta perguntar onde comer uma boa francesinha no Porto e a resposta está na ponta da língua, por parte dos Lisboetas!

_Brazão!

Eu que já fui a algumas das casas de francesinhas, mais faladas e com mais reputação, entre elas: Santiago, Capa Negra ou Bufete Fase, quis experimentar a tão falada francesinha do Brazão, arrastando comigo um grupo de 8 amigos.



Com marcação de 3 dias de antecedência e apenas com disponibilidade para as 22h30, já íamos preparados para casa cheia. 
A entrada, deslumbra. Moderna com um toque rústico, cheia de loiça nas paredes, arranjada em feitios e figuras geométricas, móveis de arquitetura antiga, bem tratados e a atender, empregados vestidos com um avental em ganga com alças em cabedal e uma simpatia tremenda.
A nossa mesa demorou um pouco a estar pronta, mas enquanto esperávamos bebemos um fino numa das mesas altas, disponíveis à entrada. 
 Realmente valeu a pena esperar. A mesa era de madeira maciça, assim como as cadeiras. Encontrava-se encostada a um canto proporcionando uma certa privacidade, à parte do restante publico.

Enquanto dávamos umas dentadas na couvert, fazíamos o pedido:

_8 pessoas, 8 francesinhas, certo?
_Sim! Com ovo e batata à parte.
_Claro, aqui no Porto, a batata vem sempre à parte da francesinha.



Passados 10 min chegam as francesinhas (que rapidez!)
A francesinha pousa na mesa, com o prato a escaldar e batatas à parte. Estranhei pois claro, dado não saber que tinham forno a lenha.
Deparo-me com uma das melhores apresentações de francesinha dos últimos anos! (à parte do ovo feito no forno em molde)
Um pão de forma com uma forma belíssima, parecendo mesmo desenhado, com grossura adequada. Por cima, um queijo nada exagerado e todo ele derretido, com pequenas crateras laranjas e uma pequena quantidade de molho no fundo, apenas cobrindo a base do prato.

Assim que dou o primeiro corte e banho a sandes naquele molho, perco toda a emoção inicial. Surpreso pela falta de sabor e a temperatura amena do interior, corto um pedaço de pão e ensopo diretamente no molho.  
Volto a provar. Mas que desilusão. Um sabor fraco, cujo único sabor perceptível era a cerveja. Nem carne, nem legumes, nem mesmo a manteiga. 
Recompus-me e lancei-me a mais uma investida à sandes como salvação. Mas a própria sandes estava também ela pouco saborosa e à temperatura ambiente.
"como é possível uma francesinha arrefecer tão rápido"
 O bife era bom, médio passado, da vazia e sem fibras difíceis de mastigar. Mas os enchidos tinham pouco sabor a fumado, assim como pouco sabor a enchido. Senti que todos sabiam ao mesmo. 
Um ponto a frisar, era que nem quantidade nem diversidade de carnes, faltavam nesta francesinha. Mas realmente o sabor não estava lá.

Estava à espera de mais, um pouco mais! Depois de tanta publicidade e talvez com expectativas altas demais, fiquei triste! 
Na esperança de ter sido um caso isolado, perguntámos se o molho era o mesmo que na outra casa (Aliados), ao qual nos responderam, com um introdução automática:

_Gostaram da Francesinha!?  Todos os dias o molho é feito na nossa cozinha de produção, que mais tarde é entregue em todos os restaurantes, conferindo a mesma qualidade em todos os nossos estabelecimentos.



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